Solução de Conflitos e Alinhamento Institucional

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SOLUÇÃO DE CONFLITOS

Uma jornada que ultrapassa 25 anos atuando em pouco mais de uma centena de empresas de múltiplos setores nos ensinou que os melhores resultados são sustentados quando há harmonia nos relacionamentos estabelecidos entre os públicos estratégicos envolvidos.

Sobretudo harmonia nos relacionamentos entre sócios ou grupos de controle, quando se aplica técnicas próprias do Alinhamento Societário, mas também destes controladores com suas lideranças executivas, com seus clientes, seus fornecedores etc., onde técnicas para solução de controvérsias e conflitos são aplicadas no âmbito do Alinhamento Institucional.

Em quaisquer instituições, tais como empresas, conglomerados, famílias, hospitais, escolas, repartições públicas, estamos lidando sempre com as vicissitudes do comportamento humano. São diferentes stakeholders que atuam em diferentes negociações como partes interessadas e que buscam resguardar os interesses próprios ou de seus representados idealmente em composição com interesses de outras partes.

Quando estes interesses se desencontram, sejam eles econômicos, políticos, sociais, morais, afetivos ou uma combinação entre estes e mais outros, o caminho para se chegar a uma solução negociada pode consumir muitos recursos objetivos e subjetivos, abalando vínculos construídos ao longo de anos com ética, dedicação e boa fé.

 

SOBRE O ALINHAMENTO INSTITUCIONAL E SOCIETÁRIO

“Quando elefantes brigam, quem sofre é a relva.”

Este antigo ditado africano representa com bastante propriedade o que acontece numa empresa quando os sócios se desentendem. Enquanto for possível alguma satisfação com resultados, pode haver também alguma tolerância entre os mesmos, mesmo com o desalinhamento. E produz efeito moderado sobre os resultados globais do negócio.

Se o desalinhamento, contudo, compromete a cumplicidade com a qual se estabeleceu e se sustenta o negócio – originário da fundação da sociedade – e ainda se confunde valores vitais como confiança e lealdade, então a situação evolui para uma disputa de interesses individuais sobre os coletivos. Os indicadores da empresa, desde os comerciais até os financeiros, começam a evidenciar os problemas. A “relva” sofre, a empresa sente e os resultados demonstram isso.

O que traz a marpel a uma empresa são questões, inicialmente subjetivas, que derivam da sensação de incapacidade de pelo menos um dos “elefantes” em lidar com a situação em favor de seus interesses pessoais, sem detrimento “da relva”.

Quando uma ou mais partes ou sócios se sentem desconfortáveis diante do modo como seus interesses no negócio estão sendo conduzidos ou valorizados e suas gestões para revisão da condução da empresa restam ineficazes, começa a fazer sentido trazer para a discussão um novo elemento, externo – imparcial e “descontaminado” da história – para moderar e promover entendimentos que possibilitem reduzir perdas pessoais e financeiras.

Nestas circunstâncias a marpel tem sido convidada a participar de projetos onde questões de relacionamento podem encontrar um caminho mais produtivo, em favor do negócio que está em proposta e das partes ou de seus sócios, com um apoio especializado e experiente em alinhamento societário, relacionamento corporativo, gestão e desenvolvimento de negócios.

O foco de projetos em Alinhamento Societário está na prosperidade dos negócios em favor dos sócios, para que obtenham o melhor resultado pela sua posição investida na empresa e liberdade suficiente para realizarem o que lhes parecer melhor para si, considerando limites legais e principalmente a prosperidade da empresa.